Recém casados
Tudo parece indicar que o primeiro ano de vida em comum dos recém-casados é um dos melhores da vida conjugal. O amor está sempre presente em pequenos gestos, atenções e detalhes, servindo como alimento para a chama do romantismo e aquecendo os corações do casal. Entretanto, os desafios não estão completamente ausentes neste período e a atenção deve ser centrar a afastar os pequenos invasores que podem constituir uma ameaça real para a felicidade conjugal.
Viver juntos representa uma importante missão. Precisam ser adaptados os hábitos, os costumes, os horários e todas as tradições que existem como identidade histórica da época como solteiros. São feitas muitas descobertas em relação ao caráter do conjugue e possivelmente desgostos podem ocorrer por falhas, imperfeições ou características de personalidade que não foram identificadas durante o namoro.
Contudo, o amor deve triunfar! Com muita sabedoria e com a ajuda de Deus todos estes pequenos problemas podem ser plenamente superados.
A comunhão permanente com Deus deve ser o fundamento para que a felicidade total seja sempre preservada. Orar juntos, ler a Bíblia em família, participar de forma intensa da vida da comunidade religiosa e buscar o auxilio do Divino Criador perante qualquer situação, por insignificante que pareça, constituem os principais segredos para a vitória. O dialogo sincero, a humildade e a compreensão também são armas poderosas contra o mal.
Definir alvos e projetos conjuntos é fundamental para determinar o sentido da existência familiar. Conversar, avaliar as decisões e passar a maior parte do tempo juntos são recomendações a serem sempre consideradas. Se alguma discussão acontecer ou se o mau humor tomar conta, recomendamos fazer os maiores esforços para resolver a situação quanto antes. Sequer tente dormir sem estar em completa paz e harmonia com o seu companheiro/a.
Finalmente, agora mais do que nunca, vale recordar a regra de ouro, “trate à pessoa amada como você mesmo deseja ser tratado”... e seja feliz!
“Em vossa vida vitalícia, vossas afeições deverão ser atribuídas à felicidade mútua. Cada um deve promover a felicidade do outro. Esta é a vontade de Deus a vosso respeito. Mas, ao mesmo tempo que vos deveis unir em um só ser, nenhum de vós deverá perder na do outro, sua própria individualidade. Deus é o dono de vossa individualidade. A Ele deveis perguntar: Que é direito? Que é errado? Como poderei eu melhor cumprir o propósito de minha criação? [...] Homens e mulheres no início da vida matrimonial, devem reconsagrar-se a Deus. Sede tão firmes aos votos matrimoniais como o aço, recusando-vos por pensamentos, palavra e ação, a manchar vosso registro, como um homem que tema a Deus e guarda os seus mandamentos” (E. White).
